29/03/12

APRENDENDO MATEMÁTICA NA PRÉ-ESCOLA E 1º ANO, POR MEIO DE JOGOS

I – A Importância dos Jogos na Escola


Uma das características básicas do jogo é absorver o participante de maneira intensa, realizando-o num clima de entusiasmo e espontaneidade.
Do ponto de vista pedagógico, o jogo é um recurso importante, auxiliando no desenvolvimento do processo ensino-aprendizagem. O jogo com regras predomina durante toda a vida do indivíduo. Brincando a criança aprende, assimila e constrói a sua realidade. O jogo integra as várias dimensões da personalidade: afetiva, motora e cognitiva. Por isso, durante a execução dos jogos em equipe, a professora deve procurar despertar o espírito de cooperação e de trabalho em conjunto, para que os grupos atinjam objetivos comuns.
Os rótulos dados à Matemática nem sempre são os mais sugestivos ou agradáveis. Toda uma mitologia cerca esta disciplina escolar que nos acompanha por toda a vida e em diversas situações. Para desmistificarmos todo este preconceito com a pobre “Matemática” é preciso que as crianças sejam estimuladas a pensar, raciocinar desde novas.
Trabalhar Matemática é muito mais do que trabalharmos as operações fundamentais ( adição, subtração, multiplicação e divisão ) , conceitos como = ou = , > ou < ,etc. ; trabalhar Matemática é treinar a atenção, concentração e a capacidade de se resolver problemas frente a novas situações, estes requisitos são essenciais para o pensar lógico.

II- Objetivos

• Construir o conhecimento lógico-matemático, através de material concreto.
• Resolver problemas frente a situações novas .
• Desenvolver a atenção, concentração e observação.
• Despertar o espírito de cooperação e de trabalho em equipe.
• Desenvolver o raciocínio-lógico, repassando às crianças, noções de quantidade, forma, tamanho, número e representação numérica, seqüência, ordem, etc..
• Permitir à criança, analisar, comparar, relacionar, classificar, ordenar objetos.
• Verificar, reconhecer e comparar objetos, percebendo as características dos mesmos.
• Resolver as operações matemáticas fundamentais.
• Seqüenciar logicamente objetos e números.
• Relacionar e agrupar elementos determinando seus pares.
• Associar número / quantidade

III- Etapas do trabalho

• Seleção dos jogos e respectivos objetivos.
• Divisão dos jogos por faixa etária.
• Organização do material necessário para a confecção dos mesmos.
• Confecção dos jogos.
• Combinados quanto às regras e a melhor maneira de aplicá-los em cada faixa etária, bem como o rodízio dos mesmos.
• Troca e relato de experiências.
• Aplicação dos jogos.
• Observação do desempenho dos alunos.

IV- Sugestões, Objetivos e Regras dos Jogos

De 6 a 7 anos :

Jogo da Memória
Objetivos: Pensamento, memorização, identificação de figuras, estabelecimento de semelhanças e diferenças ( conceito de igual e diferente ) e orientação espacial.
Desenvolvimento: O jogo desenvolve-se de forma tradicional.

Jogo de Dominó
Objetivos: Pensamento lógico, associação de quantidade.
Desenvolvimento: ( forma tradicional do jogo ).

Jogo da Velha
Objetivos: Estimulação do pensamento e raciocínio lógico, desenvolvimento da atenção e concentração, percepção visual, análise e resolução de problemas.
Desenvolvimento: Dispor, um jogador por vez, cada uma das peças ( 0 e + ) , tentando “fechar / velha”. ( Forma tradicional do jogo ).

Jogo de Dama
Objetivos: Raciocínio, concentração, atenção, percepção visual, análise e resolução de problemas.
Desenvolvimento: Procede-se na forma tradicional do jogo.

Jogo: Quebra – Cabeça das somas ou subtrações
Objetivos: Concentração, percepção visual, análise, cálculo mental, resolução de problemas e operações fundamentais ( adição “+” e subtração “-“ ).
Desenvolvimento : Montar a figura, calculando a soma ou a subtração achando o resultado correspondente à mesma.

Jogo: Quadro das Combinações
Objetivos: Estimular o pensamento lógico, desenvolver orientação espacial, classificação, discriminação visual, composição e decomposição.
Desenvolvimento: Colocar as cartelinhas com as formas geométricas e dispô-las corretamente no quadrado correspondente à cor e à forma.

Jogo: Círculos da Sorte
Objetivos: Estimulação do pensamento e cálculo mental, reconhecimento de numerais.
Desenvolvimento: Colocar todas as peças viradas para baixo sobre a mesa; sendo que cada jogador em sua vez, terá direito a desvirar duas peças. De posse das mesmas, ele deverá efetuar a adição “+”.

Jogo: Feirinha dos Fatos
Objetivos: Estimular o pensamento, cálculo mental, análise, reflexão e resolução de problemas.

Desenvolvimento: Cada jogador desvira um cartão contendo uma operação fundamental ( adição “+”), e um cartão – resposta. Se estiver correto, o jogador guarda o cartão para si. Caso esteja errado, o mesmo será devolvido para a mesa.

Jogo: Sacolinha dos Fatos
Objetivos: Estimulação de pensamento e cálculo mental.
Desenvolvimento: Cada criança, por sua vez retira um cartão e tenta solucionar o fato descrito nele.

Jogo: Pescaria das Somas
Objetivos: Estimular o pensamento, cálculo mental, análise e resolução de problemas, reconhecimento de numerais, treinar operação fundamental ( adição “+”).
Desenvolvimento: De posse da varinha de pescar, cada participante terá a oportunidade de pescar dois (2) peixes. Observar o numeral de cada peixinho e efetuar a adição, somando-os corretamente.

Jogo do Cacique ( Troca ou Nunca )
Objetivos: Desenvolvimento da atenção e concentração, estimulação do pensamento, raciocínio lógico, resolução de problemas e noção de quantidade.
Desenvolvimento: A criança joga o dado e pega a quantidade correspondente de peixes. A cada cinco (5) peixinhos obtidos, troca-se por um (1) pezinho: e, a cada cinco (5) pezinhos, troca-se por uma (1) flecha. Vence o jogo quem conseguir conquistar primeiramente quatro (4) flechas.

Jogo: Bingo da Matemática
Objetivos: Estimulação do pensamento e cálculo mental.
Desenvolvimento: Joga-se normalmente, procedendo-se da mesma forma que o bingo tradicional. Um aluno sorteia os cartões com os fatos matemáticos e os demais tentam encontrar em suas cartelas as respostas adequadas.

Jogo: Argola das Somas.
Objetivos: Cálculo mental, reconhecimento de numerais e operação fundamental (adição “+”). Calcular distância e adequar força (arremesso).
Desenvolvimento: Joga-se as argolas. Ao conseguir acertar duas delas, efetua-se a soma dos pontos obtidos.

Jogo: Cartelão ( com dois dados )
Objetivos: Associação de quantidade, cálculo mental, atenção e concentração.
Desenvolvimento: Jogar os dados e fazer a adição, encontrar o resultado (soma) e cobrir as casa correspondentes.
Jogo: Seqüência ( com cartas )
Objetivos: Atenção, concentração, reconhecimento de numerais e seqüência numérica.
Desenvolvimento: As crianças dividem as cartas entre si, um a um viram as cartas do seu monte e contam, cantando-os em voz alta de 1 até 10; se coincidir de falar o número que sair na carta, todos deverão bater a mão no monte. O primeiro que conseguir bater no monte “leva tudo”. Vence o jogador que terminar com mais cartas.

Jogo: Seqüência Numérica
Objetivos: Reconhecimento de algarismos.
Noção de antecessor / sucessor.
Noção de ordem numérica.
Descoberta do erro.
Orientação espacial.
Desenvolvimento: Colocar os numerais em cima dos “iguais” na cartela. Colocar as cartelinhas em ordem numérica sem seguir um modelo.
Colocar alguns números na posição errada dentro da seqüência, para que as crianças descubram quais são.
Virar alguns números para baixo e perguntar: “quais são eles?”.
Virar o algarismo que está antes e/ou depois de um determinado algarismo.
Montar a seqüência de trás para adiante ( em ordem decrescente ).

Jogo: Brincando com números
Objetivos: Pensamento lógico, cálculo mental.
Desenvolvimento: Fazer a ordenação crescente. Inventar somas (+) e subtrações (-).
Espalhar números em cima da mesa e pedir às crianças que os encontrem.

Jogo Boliche de continhas
Objetivos: Associação de quantidade, cálculo mental e operação fundamental ( soma ou subtração ); observar e calcular distância e trajetória.
Desenvolvimento: Jogar a bola verde tendo como alvo as garrafas com os numerais. Somar os pontos das garrafas que foram derrubadas pelo participante. Vence o jogador que perfizer o maior “score”/ pontos totais.

Jogo da continha
Objetivos: Cálculo mental e operações fundamentais ( adição e subtração).
Desenvolvimento: Espalhar os cartões sobre a mesa. Cada criança em sua vez, tira um cartão fazendo a operação determinada. No caso da criança acertar a operação do cartão; ela guarda o mesmo para si. Vence o jogadora que ao final dos cartões, tiver o maior número de cartões (continhas certas ).
De 5 a 6 anos

Jogo de Percurso ( um dado )
Objetivos: Obedecer regras, atenção, associação de quantidade, contagem.
Desenvolvimento: Jogar o dado e andar com o peão o número de casas correspondentes a quantidade tirada, se cair numa casa com desenho a criança deve seguir a ordem estipulada. Ex.: Volte três casas.

Jogo: Dominó de Figuras
Objetivos: Reconhecer as figuras geométricas e cores.
Desenvolvimento: Joga-se procedendo da mesma maneira que o dominó tradicional.

Jogo: Dominó de Números
Objetivos: Reconhecimento de numerais, associação numeral/ numeral. Desenvolvimento: Joga-se procedendo da mesma maneira que o dominó tradicional.

Jogo: Quebra-cabeça
Objetivos: Concentração, percepção visual, análise e resolução de problemas.
Desenvolvimento: O participante irá dispor das peças a fim de montá-las corretamente formando o “todo”.

Jogo: Memória n.º / n.º
Objetivos: Associação e identificação de numerais; atenção e concentração.
Desenvolvimento: Procede-se da mesma maneira que no jogo tradicional.

Jogo: Memória Numeral / Quantidade
Objetivos: Identificação de numerais, associar numeral / quantidade correspondente.
Desenvolvimento: Procede-se da mesma maneira que no jogo tradicional.

Jogo: Bingo ( com numerais até quinze)
Objetivo: Identificação e reconhecimento de numerais.
Desenvolvimento: Procede-se da mesma maneira que no jogo tradicional.

Jogo de Mico
Objetivos: Desenvolver atenção, percepção visual e pareamento.
Desenvolvimento: Distribuir as cartas entre os participantes, que de posse das mesmas deverão tentar fazer o maior número de pares possíveis. Escolhe-se o jogador que irá comprar a primeira carta do jogador à sua direita. Caso lhe seja possível formar um novo par com essa carta, deverá guardá-lo consigo. Se não formar par, outro jogador procederá da mesma maneira e assim sucessivamente. Vence o participante que conseguir fazer o maior número de pares.

Jogo: Cartelão ( com um dado )
Objetivos: Associar quantidade / quantidade, respeitar regras.
Desenvolvimento: Jogar o dado e cobrir o número de casas correspondente.

Jogo: Batalha
Objetivos: Identificação de numerais, noção de maior/menor , mais/menos.
Desenvolvimento: As cartas são distribuídas entre os jogadores. Cada um vira uma carta, a criança que tiver o maior número fica com todas as cartas da rodada. Vence o jogo quem terminar com o maior número de cartas.

Jogo: Modelos com fósforo
Objetivos: Estimulação do pensamento, desenvolver orientação espacial, atenção, concentração, discriminação visual e reprodução de modelos.
Desenvolvimento: Reproduzir modelos com palitos, observando-se a posição da cabeça dos palitos de fósforo dentro da figura.

Jogo: Memória de figuras
Objetivos: Identificação e reconhecimento de figuras, desenvolvimento de atenção , concentração e percepção visual.
Desenvolvimento: Jogar como memória tradicional.

Jogo: Bingo de figuras
Objetivos: Identificação e reconhecimento de figuras, desenvolvimento de atenção e concentração.
Desenvolvimento: Joga-se da mesma maneira que o bingo tradicional.

De 4 a 5 anos

Jogo de Percurso ( Serpente ou Centopéia )
Objetivos: Associação de quantidades
Desenvolvimento: Jogar o dado e andar com o peão ou com o próprio corpo o número de casas correspondentes.

Jogo: Cartelão ( corrida )
Objetivos: Associação de quantidades.
Desenvolvimento: Jogar o dado e cobrir o número de casas correspondentes com as cartelas de carros.

Jogo: Descubra o que falta ( Blocos Lógicos )
Objetivos: Estimular a atenção, memória, percepção visual, reconhecimento das figuras geométricas, cores e tamanhos.
Desenvolvimento: Colocar 4 a 5 peças sobre a mesa, olhar por alguns instantes e fechar os olhos; outra pessoa retira uma das peças, ao abrir os olhos a criança deverá dizer as características da peça que está faltando.

Jogo: Seqüência de Formas
Objetivos: Atenção, percepção visual, reconhecimento de figuras geométricas, cores e tamanhos.
Desenvolvimento: A criança retira um cartão e com as peças dos blocos lógicos deverá montar a seqüência apresentada.

Jogo: Bingo de Figuras Geométricas
Objetivos: Identificar e reconhecer formas e cores, percepção visual, classificação, atenção e concentração.
Desenvolvimento: Idem ao jogo de bingo tradicional.

Jogo: Bingo de Numerais ( até 9 )
Objetivos: Identificação e reconhecimento de numerais de 1 até 9.
Desenvolvimento: Idem ao jogo de bingo tradicional.

Jogo: Memória de números
Objetivos: Desenvolver a atenção, concentração, percepção visual, reconhecimento e identificação de numerais, associação de n.º / n.º .
Desenvolvimento: Procede-se da mesma forma que o jogo de memória tradicional ( comum ) .

Jogo: Memória de Figuras
Objetivos: Desenvolver a atenção, concentração, percepção visual e reconhecer figuras geométricas e cores.
Desenvolvimento: Procede-se da mesma forma que o jogo de memória tradicional.

Jogo: Pinos nos Números
Objetivos: Comparar quantidade / símbolo numérico.
Desenvolvimento: A criança deverá encaixar a quantidade de pinos nos numerais correspondentes.

Jogo das Cores
Objetivos: Estimular a atenção, concentração, percepção visual, reconhecimento das cores primárias e secundárias.
Desenvolvimento: O aluno em posse de sua cartela, deverá montar a seqüência das cores.

OBSERVAÇÃO: Jogos como dominó, memória, bingo e quebra-cabeça podem ser utilizados desde os quatro anos, o professor deve apenas adaptá-los a faixa etária dos seus alunos.
Com criatividade o professor poderá fazer outros jogos que poderão ser usados na classe com a mesma eficiência que os citados acima, mas é preciso que o educador tenha o cuidado de escolher sempre jogos que sejam adequados aos seus alunos, para que estes não percam o interesse.

V- Bibliografia

-Cunha, Nylse Helena Silva : BRINCAR PENSAR E CONHECER – brinquedos, jogos e atividades – São Paulo, Maltese, 1997.
-Ribeiro, Lourdes E. : O REAL DO CONSTRUTIVISMO , vol. 6 – Minas Gerais, Fapi.
-Koch, Maria Celeste : NÚMERO E ALFABETIZAÇÃO – A matemática em novas bases , vol. 2 – Rio Grande do Sul, Edelbra.
-Ferreira, Marielise : A HORA DA ESCOLA (Pré-escolar) – Matemática com prazer, vol. 5 – Rio Grande do Sul, Edelbra.
-Smole, Kátia Cristina Stocco : A MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL: a teoria das inteligências múltiplas na prática escolar – Porto Alegre, Artes Médicas, 1996.
-Cerquetti-Aberkane, Françoise : O ENSINO DA MATEMÁTICA NA EDUCAÇÃO INFANTIL – Porto Alegre, Artes Médicas, 1997.

Oficina de Arte para Educação Infantil

As aulas de Arte na Educação Infantil deveriam ser encaradas mais a sério pelos educadores. Quando bem elaboradas e utilizando diversos materiais, podemos não só incentivar a criatividade, mas também explorar vários conceitos. Ao oferecer outros tipos de materiais além da massa de modelar industrializada permitimos que os alunos explorem diversas consistências. Argila, barro, papel machê devem fazer parte das atividades dos alunos. Fazer a sua própria massa de modelar além de prazeroso pode servir para trabalhar noções matemáticas (receita / quantidade). Materiais de consistência mais dura também devem manuseados pelos pequenos, pois fortalecem o tônus muscular, trabalha a coordenação motora e o tipo de força empregada na execução da atividade.
Trabalhar com tintas variadas também é muito importante nessa faixa etária. A escolha do material utilizado deve começar na educação infantil.
A mistura de cores é uma atividade prazerosa onde os alunos fazem descobertas interessantes.
Enfim, é enorme a gama de atividades que podem ser proporcionadas aos pequenos e irão auxiliar nas tomadas de decisões, criação de hipóteses, criatividade e construção do conhecimento.

1) Associação de cores e sentimentos: pinte cada expressão com uma cor que a represente (algre / triste / zangado / raiva / amor).

2) Contraste: desenhar com giz preto no papel branco e com giz branco no papel preto. É aconselhável fazer os seguintes questionamentos;
- O que vocês acham que vai acontecer se eu desenhar com giz preto na folha preta? E com giz branco na folha branca? Por quê? E se eu desenhar com giz preto na folha branca e com branco na folha preta?

3) Carimbagem: utilizar diversos materiais, sucatas, frutas e legumes para fazer uma composição com carimbos. Pode-se utilizar outra técnica para finalizar a obra.

Receita de Papel machê

Receita 1

Material necessário: 1/4 de rolo de papel higiênico; farinha de trigo; gesso em partes iguais a da farinha de trigo e cola branca.

Etapas:

1 – Corte o papel em pedaços bem pequenos e deixe-os de molho em bastante água durante a noite; Ferva-os na mesma água, durante uma hora. Para obter melhor qualidade no trabalho, é importante que o papel fique completamente desmanchado;

2 – Em seguida coe o papel num pano, até tirar toda a água. Coe de cada vez quantidades que você possa espremer facilmente com as mãos e não misture esses “bolos” entre si;

3 – Depois de espremido todo o papel, acrescente o gesso e a farinha de trigo, previamente misturados. A proporção para a massa é de uma colher de sopa cheia da mistura farinha-gesso e uma colher de sopa de cola fria, para cada “bolo” de papel;

4 – Amasse bem, até obter uma pasta homogênea. Se estiver muito seca pode esfarinhar. Neste caso, acrescente água aos pouquinhos, até obter o ponto em possa trabalhar a massa. Se a água começar a escorrer entre os dedos, é porque você colocou quantidade excessiva. Neste caso, acrescente um pouco mais de gesso.

Obs: Não prepare quantidade maior de massa do que aquela que você pretende usar, pois uma vez seco o gesso, não será possível aproveitar a massa. Se desejar fazer escultura com esse material, não use gesso, ao preparar a mistura. Faça-a apenas com o papel, farinha e cola fria, na proporção indicada anteriormente.

Receita 2

Material necessário: jornais; cola fria e um recipiente.

Etapas:

1 – Rasgue o jornal em pedaços não muito grandes e coloque-os em um recipiente;

2 – Despeje sobre eles água e deixe o papel amolecendo por 24 horas (ou, no mínimo, por 10 a 12 horas). Acrescente um pouco de água sanitária para tirar o mal cheiro;

3 – Esprema a massa para tirar o excesso de água e bata no liquidificador;

4 – Recoloque as bolas formadas no recipiente, adicione a cola e forme uma massa, de preferência, compacta; trabalhe-a bem com as mãos e ela está pronta para ser usada.

Obs: Se você quiser pode passar um verniz para dar brilho na peça e também para impermeabilizá-la.

Receita de Massa de Modelar

Receita 01:

Aprenda a fazer massa para modelar e depois solte a imaginação. Mas, não esqueça que um adulto deve estar por perto. Ingredientes 1 xícara de bicarbonato 1/2 xícara de amido de milho 2/3 de xícara de água morna corante vegetal, tinta guache ou suco em pó Modo de fazer Misture o bicarbonato e o amido de milho numa panela. Acrescente a água e misture novamente. Peça para um adulto ferver até obter a consistência de um purê. Depois, deixe esfriar, amasse e acrescente o corante escolhido

Receita 02:

ingredientes: - 4 medidas de farinha de trigo - 2 medidas de sal - 2 medidas de água - 1 medida de vinagre - 1 medidas de tinta guache modo de preparo: pegue tudo e misture em uma tigela. jogue primeiro a farinha de trigo e o sal. depois, a água e o vinagre e, por último, a tinta guache. misture bem, e enrole a massa com a mão até que fique bem igual é isso... o senac indica como colher, como não sabia qual e por poder ser qualquer coisa desde que se mantenha a proporção, escrevi medida, pra cada um fazer o quanto der vontade. "daí é só deixar a garotada usar a imaginação!"

Receita 03:

Que tal aproveitar uma tarde livre ou o fim de semana fazendo esculturas, colares, brincos, porta-coisas ou modelando o que você quiser? Trazemos para vocês uma receita para fazer massa de modelar. Sim, aquela massinha que sempre temos na escola, que é uma delícia de brincar. Anotem aí que é muito fácil, rápido e econômica! - 1 xícara (chá) de farinha de trigo - 1 xícara (chá) de sal - Água Para fazer a massa, misture a xícara de sal com a de farinha de trigo em uma bacia grande. Em seguida vá colocando água bem devagar e mexa sem parar, até que a massa fique bem juntinha, homogênea e não grude mais na mão. Já está pronta! Faça o que quiser e pode pintar também. Divirta-se!

Receita 04:

Ingredientes: 3 xícaras de farinha de trigo 1 xícara e meia de sal 6 colheres de chá de cremor de tártaro. Caso não ache, pode substituir por fermento em pó. 3 1/4 xícaras de água 3 colheres de óleo Corante alimentício (anilina colorida nas cores que você quiser) Misture todos os ingredientes secos juntos em uma panela grande até que não hajam pedaços. Misture os ingredientes úmidos (exceto o corante alimentício) até que não permaneçam pedaços. Cozinhe em fogo alto por 3-4 minutos, até que uma massa se forme. Separare em várias porções, adicione corante alimentício em cada porção separada e amasse até a cor ficar uniforme. Armazenar em recipientes hermeticamente fechados.

Receita 05:

4 xic de chá de Farinha de Trigo
1 xic de chá de Sal
1 + 1/2 xic de chá de água
1 colher de óleo
Colorir com anelina ou tinta guache
Não precisa ir ao fogo

Tinta caseira

Receita 1:

Ingredientes:
- Pó de pintor
- Goma arábica
- Água
- Glicerina
Modo de Preparar: Para uma medida de pó corante, uma medida de goma arábica. A água é acrescentada aos poucos. Bata bem até obter uma pasta cremosa e consistente. Você pode acrescentar uma colher de glicerina e continuar batendo. Guarde em vidros bem fechados, com um pouco de água sobre a pasta.

Receita 2:

- 1 colher de sopa de gesso.
- 2 colheres de sopa de goma arábica
- 2 colheres de sopa de pó corante
- 1 colher de sopa de Lysoform bruto.
- Água que baste para obter a consistência desejada.
Modo de Preparar: Misture tudo muito bem e coloque gesso por último.

Receita 3:

- 2 colheres de sopa de pó corante ou anilina.
- 2 colheres de sopa de goma arábica
- 2 colheres de sopa ( ou mais) de água.
- 1 colher de sobremesa de álcool
- 2 ou 3 gotas de glicerina.
Modo de Preparar: Misture tudo muito bem.

Receita 4

Material: 1 litro de água; 1 xícara de chá de farinha ou amido de milho; 3 colheres de sopa de vinagre; anilina ou guache (diversas cores).

Preparo:
1. Misture bem a farinha e a água e leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até conseguir um mingau uniforme, não muito grosso.
2. Deixe esfriar e junte o vinagre.
3. Divida a massa em vidros, tipo de maionese, e acrescente a anilina ou o guache (uma cor em cada vidro).
4. Conserva-se bem por aproximadamente 1 mês se mantido bem fechado.
5. Para usar, distribua entre as crianças pedaços de cartolina.
6. Retire a tinta do pote com uma colher e deixe-as desenhar com as mãos.
7. Coloque os trabalhos para secar à sombra.

28/03/12

Receitas Culinárias para se fazer com as crianças de Educação Infantil

Bombom de Leite Ninho

Ingredientes

-1 lata pequena de Nescau
-1 lata de leite ninho
-2 latas de leite condensado
-1 pacote de coco ralado

Modo de Fazer
Coloque em um refratário o leite ninho, o Nescau e 1 1/2 de leite condensado. Misture bem, até ficar bem
homogêneo. Reserve. Coloque em uma panela o resto do leite condensado e o coco, cozinhe até pegar o ponto de beijinho. Pegue a 1ª massa e faça bolinhas, aperte com o dedo no meio das mesmas e faça um buraco, coloque o beijinho do centro da bolinha.

Dicas: você pode colocar beijinho comprado no centro nos docinhos ou comê-los sem recheio. Conserve em um pote na geladeira, ou ficarão ressecados.

Bombom Fácil

Ingredientes

- 1/2 kg de coco ralado fresco
- 1 lata de leite condensado
- 250 g de ameixas pretas

Cobertura:
- 400 g de chocolate em pó
- 1/2 lata de leite condensado

Modo de Fazer

Misture muito bem o coco com o leite condensado, enrole formando bolinhas com um pedaço de ameixa preta dentro. Cubra. Misture bem os ingredientes da cobertura e cubra os bombons, leve para gelar. Sirva bem gelado.



Pirulito de Bolacha

Ingredientes:

400gr de chocolate ao leite ou meio amargo
50 unidades de biscoitos Maria
1 lata de leite condensado
Chocolate granulado, para decorar
25 palitos de churrasco
25 sacos PP

Cozinhe a lata de leite condensado em pressão por 30 min. Depois de completamente fria, abra a lata e retire o doce. Derreta o chocolate em banho Maria, faça a temperagem . Coloque doce de leite em uma bolacha Maria, ajuste o palito de churrasco e cubra com outra bolacha, passa a espátula nas laterais da bolacha para ajustar o doce e ficar uniforme.  Banhe uma metade do biscoito no chocolate, deixe escorrer e coloque no papel alumínio. Leve à geladeira. Banhe a outra metade do biscoito e coloque sobre o papel alumínio, decore rapidamente com o chocolate granulado, deixe secar bem. Não precisa voltar à geladeira, pois o biscoito já está gelado e vai secar o chocolate rapidamente.
Conserve em local arejado, pois o chocolate vai “suar”. Somente depois desse processo embale os pirulitos em sacos de celofane e amarre com fitilhos ou fitas de sua preferência.

Rendimento: 25 unidades

Tempo de preparo: 1hr

Grau de dificuldade: fácil


*Caso utilize chocolate hidrogenado ou fracionado não é necessário a temperagem e nem levar à geladeira.
*Substitua os palitos de churrasco por palitos de picolé, aconselhável em caso de crianças pequenas.
*Substitua o doce de leite por brigadeiro, goiabada ou outro doce de sua preferência.
*Banhe o biscoito inteiro se preferir não fazê-lo por parte, como indicado na receita.





Culinária na Educação Infantil

Adaptado do texto de Mayra Raisi
Para alguns cozinhar é diversão, para outros é dever, mas para os alunos da educação infantil lidar com a comida pode significar as duas coisas. As aulas de culinária, que mais parecem um momento de brincadeira são, na verdade, uma hora de muita concentração e aprendizagem. Não são poucas as pré-escolas do país que oferecem a disciplina no currículo e esse número continua subindo.
1. INGREDIENTES
Para as receitas saírem da maneira que os professores planejam, é preciso que as crianças levem dois condimentos especiais: a criatividade e a responsabilidade.
O aprendizado não começa só na hora de cozinhar, começam com a elaboração da receita, passam pelo preparo e chegam até a degustação, parte mais esperada.

2. MODO DE PREPARO
Cada fase deve trabalhar com sistemas diferentes de aulas e, consequentemente, diferentes desafios. Conforme as crianças vão crescendo são acrescentados outros elementos e exercícios que correspondam à faixa etária:

- 1 a 2 anos: Trabalham, basicamente, usando os cincos sentidos básicos do ser humano (tato, olfato, paladar, visão e audição) que, nessa fase, ainda não estão completamente desenvolvidos.

- 3 a 4 anos: Começam a criar a pratica da leitura e fazem exercícios para exercitar a memória, tentando reconhecer os objetos utilizados na cozinha e testam misturas.

- 5 a 6 anos: Fazem trabalhos teóricos - como livros de receitas -, desenvolvem receitas de culinária regional e estudam outras épocas por meio do que se comia nelas.

3. RECHEIO
As aulas de culinária possibilitam aos professores trabalharem de forma contextualizada a preparação de uma receita - da importância da higiene ao valor nutritivo dos alimentos. Os professores devem tentar aplicar conteúdos trabalhados em sala de aula na cozinha da escola. Alguns exemplos são:

Português: Por meio das receitas e dos rótulos das embalagens, as crianças melhoram a leitura, a capacidade de interpretação e aprimoram o vocabulário.

Matemática: Ajuda com conceitos de soma, subtração, divisão e multiplicação e jogos de estimativa e trabalha unidades de medidas (quantidade, tempo, temperatura, massa, entre outros).

Ciências: A utilização dos mais variados ingredientes ajuda a conhecer sua origem, os estados físicos de cada um deles e a diferença entre material orgânico e não-orgânico.

Geografia: Ainda em relação aos alimentos, pode-se estudar a região de onde vêm os alimentos - como o tipo de solo, clima e hidrografia.

História: Estuda-se a cultura das regiões por meio de seus hábitos alimentares.

Arte: ao modelar e imaginar novas formas de preparar os alimentos, completa e integra o trabalho.

4. COBERTURA
O ambiente descontraído e a presença dos amigos acabam despertando a curiosidade nas crianças, que não pensam duas vezes em experimentar e conhecer aquilo que estão preparando e que, possivelmente, nunca fizeram em casa por algum motivo. A diversão e a riqueza de conteúdo fazem o desenvolvimento e a alfabetização das crianças ser uma verdadeira delicia.



Fonte:http://educarparacrescer.abril.com.br/aprendizagem/aulas-culinaria-educacao-infantil-635178.shtml

27/11/11

Brincadeiras Matemáticas 1

De acordo com o Referencial Curricular Nacional para Educação Infantil, este eixo de trabalho é dividido em três blocos: números sistema de numeração, grandezas e medidas e espaço e forma. Porém existe mais um bloco que tem se tornado muito importante e seu trabalho já se torna uma necessidade. O bloco “Tratamento da informação” tem ficado de lado pelos professores; ele se caracteriza pelo trabalho com gráficos e tabelas e pode ser aplicado juntamente com os outros três blocos.
I – Números e sistema de numeração
Este bloco está subdividido em três partes:

A - Contagem
Toda contagem se refere a objetos externos. A contagem propriamente dita deve observar a regularidade da sucessão e a correspondência que a criança faz com os objetos.
Nas situações de contagem a criança aprende a não contar duas vezes o mesmo objeto, distinguir o que já contou, que não deve repetir palavras/números e percebe que se mudar a ordem dos objetos não mudará seu resultado. Ao elaborar situações didáticas o professor deve ter em mente que assim como no processo de alfabetização esse processo também deve ser internalizado e acontece de forma diferente entre as crianças.
As crianças aprendem a recitar a seqüência numérica, mas, muitas vezes mecanicamente, são apenas sucessões de palavras. Porém, recitar não deixa de ser importante, pois aproxima a criança do sistema de numérico. Devemos apenas ter cuidado para evitar a mecanização.
A contagem e a recitação referem-se a oralidade.

1 - Utilização da contagem oral nas brincadeiras e em situações nas quais as crianças reconheçam sua necessidade;

Parlendas:
A galinha do vizinho
Bota ovo amarelinho
Bota um
Bota dois
Bota três
Bota quatro... 5, 6, 7, 8, 9,
...Bota dez!
(As crianças podem ser organizadas em roda, de mãos dadas, para cantar e ao final da música elas se agacham no chão).
Um, dois, feijão com arroz.
Três, quatro, feijão no prato.
Cinco, seis, arroz chinês.
Sete, oito, comer biscoito.
Nove, dez, comer pastéis.
Serra, serra, serrador.
Quantas tábuas já serrou?
Já serrei 10:
1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10!
(O professor pode organizar as crianças sentadas em roda e apresentar a parlenda. Dependendo da faixa etária e dos conhecimentos da seqüência numérica já construída, pode ampliar os intervalos a serem contados)

Músicas Infantis

Elefante
Um elefante incomoda muita gente.
Dois elefantes incomodam, incomodam muito mais.
Três elefantes incomodam muita gente.
Quatro elefantes incomodam, incomodam, incomodam, incomodam muito mais.
Cinco elefantes incomodam muita gente.
Seis elefantes incomodam... Muito mais.
Sete, oito, nove, dez.

IndiozinhosUm, dois, três indiozinhos.
Quatro, cinco, seis indiozinhos.
Sete, oito, nove indiozinhos.
Dez num pequeno bote.
Iam navegando pelo rio abaixo
Quando o jacaré se aproximou
E o pequeno bote dos indiozinhos
Quase, quase virou!
(mais não virou)

Da Noruega distante
Da Noruega distante veio esta canção
Cante cuco uma vez, preste bem atenção.
Ti ri a oia, tiria oia,cuco.
Oia tiria oia,cuco
Oia tiria oia.
Na Noruega distante continua a canção.
Cante cuco duas* vezes preste bem atenção (três, quatro, cinco, seis...)
Refrão
Na Noruega distante terminou a canção
Não cante cuco nenhuma vez
Preste bem atenção
Refrão
(as crianças devem estar sentadas com pernas cruzadas – como de índio – e no refrão devem bater as mãos nas coxas, palmas e estalar os dedos no ritmo da música)

Mariana
Mariana contou um, contou um a Mariana.
É um, é um, é um, é Ana.
Viva a Mariana, viva a Mariana.
2, 3, 4, 5, 6,...

Pipoca
Uma pipoca na panela,
Veio uma outra para conversar.
Foi um tremendo falatório
Que ninguém podia agüentar
E foi um tal de :
Poqui, popoqui, poqui poqui
Popoqui, poqui poqui
Popoqui poqui poqui
Duas pipocas na panela
Vieram outras duas para conversar
Foi um tremendo falatório
Que ninguém podia agüentar...
(contar até cinco – as crianças na hora do refrão devem bater os dedos como se fosse palmas, primeiro apenas um dedo no outro, depois dois, três... até baterem palmas, ou seja, cinco dedos).

Minhoquinhas
Uma minhoquinha fazendo ginastiquinha
Duas minhoquinhas fazendo ginastiquinha
Três minhoquinhas fazendo ginastiquinha
Quatro minhoquinhas fazendo ginastiquinha
Cinco minhoquinhas fazendo ginastiquinha
Um minhocão fazendo ginasticão
Um minhocão fazendo ginásticão

Caveiras
Quando o relógio bate a uma
Todas as caveiras saem da tumba
Tumba laca tumba tumba ê} refrão
Tumba laca tumba tumba ê
Quando o relógio bate as duas
Todas as caveiras pintam as unha
Refrão
Quando o relógio bate as três
Todas as caveiras falam chinês
Refrão
Bate as quatro - tiram retrato
Bate as cinco - apertam o cinto
Bate as seis - falam inglês
Bate as sete - pintam o sete
Bate as oito - comem biscoito
Bate as nove - dançam o rock
Bate as dez - comem pastéis
Bate as onze - andam de bonde
Bate as doze - voltam pra tumba......

Brincadeiras

Amarelinha, Pega-pega, Esconder, Jogos de escolher.

Mamãe posso ir?
Escolher uma criança para ser a mãe, posicionando-a a uma certa distância das outras crianças.
As crianças perguntam "Mamãe posso ir?" A criança que está no papel da mãe responde que sim e as outras perguntam: "Quantos passos?" A mãe decide o número de passos que cada criança vai dar. Ganha aquela que alcançar primeiro a mãe.

Quem vai mais longe
As crianças sentam-se formando um círculo. O professor pode iniciar a contagem por um número qualquer; pode ser o 1; na sua vez, cada um diz um número de acordo com a ordem numérica. Quem não sabe deve sair da roda. Ganha o último que ficar.

Bater no dez (Adoleta)
Em roda uma criança começa a contar, a seguinte diz o próximo número e assim sucessivamente, ao mesmo tempo em que fala a criança bate na mão do amigo do lado. Ao chegar no número dez (ou outro estipulado pelo professor) o aluno deve retirar a mão evitando a palmada; se conseguir começa outra seqüência, se não conseguir sai da brincadeira ou paga prenda.

Jogo dos pontos
Material: folha de papel e caneta de cores diferentes
Pontilhar a folha cuidadosamente na horizontal e vertical de modo a parecer um quadriculado. É um jogo de estratégia para dois ou mais participantes. Cada um na sua vez deve unir dois pontinhos. Só vale um traço por vez. Aquele que conseguir fechar um quadrado deve colocar a inicial do seu nome dentro dele e continua jogando até que não haja mais possibilidades de fechar quadrados. Vence quem tiver fechado a maior quantidade.

23/08/11

DESABAFO

Em primeiro lugar quero pedir desculpas aos seguidores e leitores do meu blog, pois ele não foi criado para conter desabafos , mas foi impossível não manifestar minha indignação.


Quero me reportar à notícia de sete crianças (cinco meninas e dois meninos) que dizem ter menos de 12 anos e tentaram fazer um arrastão num hotel em São Paulo, Vila Mariana se não me engano, no dia de ontem 22/08/11. As crianças foram apreendidas, para não dizer presas, e levadas em primeiro lugar para uma Delegacia, que tratou logo de despacha-los para o Conselho Tutelar. Esses menores que supostamente estavam sobre efeito de drogas e enfurecidos fizeram um quebra-quebra na sede do Conselho.

Porém, o que me deixou mais indignada, foi que ao assistir a reportagem do Tele Jornal exibido pela Rede Globo às 13h, uma Pedagoga e o Promotor da Infância alegaram que o problema dessas crianças é a escola, ou falta dela. Ela, a escola, não é atrativa o bastante para manter seus alunos. Em nenhum momento falaram da responsabilidade dos pais ou das leis permissivas que temos neste País. Alegaram que essas crianças encontram nas ruas muito mais atrações do que possam ter na escola.

Tudo hoje em dia tem sido culpa da escola. A escola precisa ter aula de informática, senão os alunos não se interessam. A escola precisa ter aula de futebol, karatê, balé, judô, natação, teatro e música, senão os alunos não se interessam. A escola precisa ter aula de circo, ou melhor, está virando um circo para tentar manter os alunos na escola. Não que eu seja contra oferecer todos essas atividades extras aos alunos, mas não podemos fazer disso a prioridade da escola.

Manter os alunos na escola é responsabilidade principalmente da família. Onde estão as famílias dessas crianças que estavam de madrugada na rua tentando furtar os outros e se drogando? Porque o Governo não responsabiliza essas famílias? E a responsabilidade do Governo onde fica? Será que não está na hora de rever nossas leis, principalmente o Estatuto da criança e do adolescente? Será que leis permissivas não estão incentivando cada vez mais esses jovens a ficar perambulando pelas ruas?

A escola é sim a solução para muitos problemas, mas não exime a família das suas responsabilidades.

Acredito que a escola de hoje, muitas vezes precisa fazer o papel da família, pois cada vez mais essas famílias estão desestruturadas, mas ela não pode ser responsabilizada por tudo que acontece. Ainda é na escola que esses jovens encontram um ambiente adequado, ainda é a escola que pode ajudar esses jovens a terem um futuro melhor.

Se cada um fizer a sua parte podemos sim ter um futuro melhor.
TÂNIA VILELA

12/08/11

Cinco ações diárias para aumentar o sucesso dos filhos

 Hoje, ao visitar um blog de uma amiga  me deparei com esse artigo que achei muito interessante. Nele, uma Ong Britânica, cita problemas com os jovens e sugere cinco ações fáceis que os pais podem executar com seus filhos , a fim de prepará-los para uma vida de sucesso. Ao lê-lo percebi que os problemas com os jovens são comuns em qualquer país; esse artigo poderia ter sido escrito por uma Ong Brasileira, portanto, achei por bem ajudar a divulgá-lo.
Srs. Pais  a prenvenção é o melhor remédio, então, porque não "perder um pouco de tempo" agora para ajudar o desenvolvimento de nossos filhos, isso é melhor do que chorar no futuro.



Uma ONG britânica sugeriu nesta semana uma lista de cinco ações diárias para ajudar os pais a incentivar o melhor desenvolvimento de seus filhos e com isso aumentar também a mobilidade social.

A organização CentreForum, autora do estudo, sugere que as autoridades realizem campanhas públicas para divulgar os cinco passos, nos moldes de uma campanha de saúde pública do governo britânico para estimular as pessoas a comer cinco porções de frutas, legumes ou verduras por dia.
Os "cinco por dia" dos pais, segundo a ONG, são: ler para seu filho por 15 minutos, brincar com ele no chão por 10 minutos, conversar por 20 minutos com a TV desligada, adotar atitudes positivas em relação ao seu filho e elogiá-lo com frequência e dar ao seu filho uma dieta nutricional para ajudar seu desenvolvimento.

O objetivo da campanha, segundo a organização, seria evitar que maus hábitos dos pais prejudiquem o desenvolvimento físico e mental dos filhos e suas chances de sucesso profissional futuro.

Vocabulário

Segundo o relatório, que deve ser analisado pelo governo, a qualidade da criação e as influências educacionais nos primeiros meses e anos de vida da criança tem uma grande influência no sucesso educacional e profissional futuro.
“As evidências sugerem que o vocabulário da criança aos cinco anos é o melhor indicador único da mobilidade social posterior para crianças de famílias de mais baixa renda”, comenta o documento.

O relatório observa que uma grande proporção de menores infratores tem baixa capacidade de leitura e escrita.

A organização cita ainda pesquisas segundo as quais as crianças de famílias de mais baixa renda têm um vocabulário menor, índices de alfabetização mais baixos e dietas mais deficientes que as crianças de famílias mais abastadas.

“Uma nutrição apropriada é crucial durante os primeiros meses e anos de vida, quando o crescimento corporal e o desenvolvimento cerebral são mais rápidos do que em qualquer outro período”, observa o relatório.

Elogios e críticas:A proposta da CentreForum foi elogiada pela secretária nacional para a Infância, Sarah Teather, que prometeu que o governo vai analisá-la.
O deputado opositor Graham Allen, que recentemente publicou um relatório sobre infância encomendado pelo governo britânico, também elogiou o relatório do CentreForum e disse que uma campanha nacional poderia quebrar o ciclo vicioso das más práticas de criação pelos pais.

“É um ciclo entre gerações, que repete as más práticas de criação. Em uma região como a que eu represento, que tem um dos mais altos níveis de gravidez adolescente na Europa e um dos menores números de pessoas chegando à universidade, quebrar esse ciclo para dar a cada criança a chance de atingir seu potencial é realmente importante, particularmente para crianças de famílias de baixa renda”, disse ele à BBC.

Apesar disso, as propostas também foram alvo de críticas por grupos que afirmam que sua aprovação significaria o aumento do já alto controle do Estado sobre as ações dos indivíduos, no que chamam de “Estado-babá”.

Os "cinco por dia" para os pais :



- ia para seu filho por 15 minutos


- brinque com ele no chão por 10 minutos


- nverse com seu filho por 20 minutos com a TV desligada


- adote atitudes positivas em relação ao seu filho e o elogie com frequência


- dê ao seu filho uma dieta que ajude seu desenvolvimento


Fonte:Parenting matters, CentreForum



Copiado do blog "Jardim da Tia Dany"
















































24/05/11

Apenas Brincando

Quando estou construindo com blocos no quarto de brinquedos,por favor, não diga que estou apenas brincando. Porque enquanto brinco estou aprendendo sobre equilíbrio e formas. 
Quando estou me fantasiando, arrumando a mesa e cuidando das bonecas, por favor, não fique com a idéia que estou aprendendo. Eu posso ser mãe ou pai algum dia.
Quando estou pintando até os cotovelos, ou de pé diante do cavalete, ou modelando argila. por favor, não me deixe ouvir você dizer: ele está apenas brincando. Porque enquanto brinco estou aprendendo. Estou me expressando e criando. Eu posso ser um artista ou inventor algum dia.
Quando você me vê sentado numa cadeira lendo para uma platéia imaginária, por favor não ria e pense que estou apenas brincando. Porque enquanto brinco estou aprendendo.  Eu posso ser um professor algum dia.
Quando você me vê procurando insetos nos arbustos, ou enchendo meus bolsos com todas as coisas que encontro, não jogue fora como se eu estivesse apenas brincando. Porque enquanto brinco estou aprendendo. Eu posso ser um cientista algum dia.
Quando estou entretido com um quebra-cabeças, ou com algum brinquedo na minha escola, por favor, não senta que é um tempo perdido com brincadeiras. Porque enquanto brinco estou aprendendo. Estou aprendendo a me concentrar e resolver problemas. Eu posso estar numa empresa algum dia.
Quando você me vê cozinhando ou experimentando alimentos, por favor, não pense que porque me divirto, é apenas uma brincadeira. Eu estou aprendendo a seguir instruções e perceber diferenças. Eu posso ser um  "chef" algum dia.
Quando você me vê aprendendo a pular, saltar, correr e movimentar meu corpo, por favor, não diga que estou apenas brincando. Eu estou aprendendo como meu corpo funciona. Eu posso ser um médico, enfermeiro ou um atleta algum dia.
Quando você me pergunta o que eu fiz na escola hoje, eu digo, eu brinquei, por favor, não me entenda mal. Porque enquanto brinco estou aprendendo. Estou aprendendo a ter prazer e ser bem sucedido no trabalho. Eu estou me preparando para amanhã. Hoje, eu sou uma criança e meu trabalho é brincar.
ANITA WADLEY

05/05/11

Chapeuzinho Vermelho

As histórias infantis têm sido muito usadas na educação infantil para estimular o hábito da leitura e para trabalhar com valores. Clássicos como “Chapeuzinho Vermelho” mexe com o imaginário das crianças e estimulam a curiosidade. O trabalho com contos clássicos torna a aula mais atrativa, dinâmica e mais próxima da realidade dos alunos.

Valoriza a língua como veículo de comunicação e expressão das pessoas e dos povos, abrangendo o desenvolvimento da linguagem, da leitura e da escrita.
Aqui queremos mostrar um pouco do que podemos fazer com essa história que é tão apreciada pelas crianças.
Chapeuzinho Vermelho é uma das narrativas de referência entre os clássicos infantis. De tradição oral, foi publicada pela primeira vez no ano de 1697, pelo escritor francês Charles Perrault. Desde então, o conto é apresentado em diferentes versões, traduções e adaptações, que têm marcado a infância das crianças nos mais diferentes países e épocas. Uma das versões mais conhecidas e traduzidas, inclusive para o português, foi escrita em 1812 pelos Irmãos Grimm.

OBJETIVOS:


-Recuperar as histórias da primeira infância;
-Preparar a criança para a aprendizagem da leitura e da escrita, de maneira lúdica e criativa;
-Trabalhar com a narração, com o corpo e a gesticulação, entonação e preparação do espaço a ser utilizado pelas crianças, ampliando os vários sentidos da narrativa;
-Garantir ainda uma relação mais afetiva entre professores e alunos e facilitar uma melhor integração no ambiente escolar;
-Refletir sobre os princípios éticos, morais e culturais apresentados no vídeo, interligando-os com a realidade atual, desenvolvendo a habilidade da argumentação;
-Produzir textos diversos coletivamente (narrativos, descritivos, bilhete, receitas, anúncios,);
-Explorar a linguagem oral e escrita.
- Valorização da leitura de textos literários de qualidade.Desenvolvimento do gosto pessoal e de critérios de escolha de suas histórias preferidas para compartilhá-las com outros leitores.

História


Chapeuzinho Vermelho

Era uma vez uma linda menina, que morava com sua mãe em uma bela casinha. Ela sempre usava uma capa com um chapeuzinho bem vermelho. Certo dia sua mãe pediu que ela fosse levar uma cestinha cheia de doces para sua vovó:
__ Chapeuzinho! Chapeuzinho! Vá levar essa cestinha de doce para a vovó, mas evite o caminho da floresta que é perigoso, vá pelo bosque e não fale com estranhos.
__ Está bem mamãe. Tchau. Chapeuzinho adorava sua avó, e saiu em disparada cantando de alegria:. “Pela estrada afora eu vou bem sozinha...”. Queria fazer uma surpresa para a vovó e começou a colher as flores que encontrava pelo caminho. A menina estava tão distraída com as flores quando deu de cara com o lobo mau. Ela não sabia que ele era o Lobo malvado, mas não se assustou e nem sentiu medo.
__ Bom Dia, Chapeuzinho Vermelho.
__ Bom Dia!
__ Aonde você está indo?
__ Vou visitar minha vovozinha, que está muito doente.
__ Por que você não vai pela floresta, que é bem mais perto?
__ Será que é mesmo? Minha mãe disse para eu ir pelo bosque.
__ Claro que é mais perto pela floresta, sua mãe está enganada.
__ Muito obrigada Senhor Lobo, tchau.
Enquanto Chapeuzinho seguia pelo caminho da floresta, o Lobo rapidamente seguiu pelo bosque, cantando e correndo: “ Eu sou o Lobo Mau, Lobo mau....”O Lobo chegou na casa da vovozinha e bateu na porta:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Quem está aí?
__ Sou eu, Chapeuzinho Vermelho - disse o Lobo disfarçando a voz.
__ Entre minha netinha, a porta está aberta.O Lobo que era muito rápido, foi entrando e de uma só vez engoliu a vovozinha. Depois vestiu as roupas dela, e ficou esperando Chapeuzinho Vermelho. Chegando na casa da vovó:
__ Tum, tum! Vovó, vovozinha?
__ Entre querida.
__ Vovó! Por que suas orelhas estão tão grandes?
__ É pra te ouvir melhor.
__ Vovó! Para que esses olhos tão grandes?
__ É para te ver melhor.
__ Credo vovó, por que a senhora está com essa boca tão grande?
__ É para te comer!!!Dizendo isso, o Lobo começou a correr atrás de Chapeuzinho. Depois de algum tempo ele tropeçou e caiu no chão.Enquanto isso a menina se escondeu dentro de um velho armário.O Lobo resolveu dar uma cochilada e começou a roncar. Uns caçadores que passavam escutaram:
__ Que ronco esquisito é esse?
__ Pois é, também estou ouvindo.
__ Vamos ver o que é?
__ Ah! É o Lobo!
__ Será que ele comeu a vovó?
Ouvindo isso, Chapeuzinho apareceu e contou toda a história:
__ Senhores o Lobo me enganou, chegou aqui antes de mim e deve ter comido minha vovozinha. Ele queria me comer também.
__ Então, o que vamos fazer? – disse um caçador.
__ Vamos cortar a barriga dele.Aproveitando que ele está dormindo cortaram sua barriga, e tiraram a vovozinha de dentro. As duas se abraçaram muito felizes.
__ E agora o que faremos com esse malvado?
__ Vamos encher a barriga dele com pedras. – disse um dos caçadores. Quando o Lobo acordou, tentou fugir, mas ele caiu e nunca mais levantou.Todos ficaram aliviados e felizes. Os caçadores foram embora, e as duas foram sentar na varanda e saborear os doces.
__ Vovó, eu prometo nunca mais desobedecer minha mamãe.
__ Isso mesmo, os filhos não devem desobedecer suas mães, elas sempre querem o melhor para seus filhinhos.

Atividades

1) Apresentação do livro: capa, material, título, editora, ilustrações.
2) Ler a história toda e mostrar as figuras;
3) Interpretação oral: os alunos contam a história, identifica os personagens, o tempo, o espaço que acontece a história (Onde? Quando? Como o autor descreve o lobo no início da história, como ela estava? (faminto)
Quais foram os recursos utilizados pelo autor para descrever a floresta?
O que o lobo diz à Chapeuzinho quando eles se encontram pela primeira vez?
O que o lobo usou para fingir ser a avó da menina?
Como o autor descreve a localização da casa da avó?
O que fez Chapeuzinho perceber que a avó estava com um aspecto muito esquisito?);
4)Contar diferentes obras de diversos autores fazendo a comparação. Sugestão: versão de Charles Perrault e uma terceira versão da obra;
Utilizar de perguntas como:
O que acontece no primeiro encontro entre a menina e o lobo numa versão e em outra? Como é o diálogo entre eles em cada uma das versões?
Vamos comparar as diferentes descrições sobre a localização da casa da vovó?
Vamos ver como os autores descreveram a Chapeuzinho em cada uma das versões?
Quais são os diferentes acontecimentos que chamam a atenção e distraem Chapeuzinho Vermelho a caminho da casa de sua avó?
As recomendações da mãe no início da história são diferentes nas duas versões?
Que fim levou o lobo nas duas versões?
5) Reconto da história com recurso: as crianças podem dramatizar a história, que é sempre muito prazeroso para elas ou podem ainda, recontar a história utilizando de recursos como os fantoches, dedoches, caixa de história ou mesmo o livro como apoio.
Para contextualizar a história preparamos a seguir uma sequência de atividades para que podem ser trabalhadas na Educação infantil.

Linguagem Oral e Escrita

. Escrita de palavras com letras móveis, encontrar a letra C de Chapeuzinho e a letra L de Lobo
• Caça-personagens
• Cruzadinha
• Receita das guloseimas que poderiam estar na cesta que a chapeuzinho estava levando para a vovó, confecção de livro

• Seqüência com tarjas (música)
. Labirintos. Lista dos personagens da história, das guloseimas, dos nomes das avós dos alunos da classe.

. Eleição para o nome da avó da Chapeuzinho Vermelho
• Reescrita coletiva do texto
• Escreva um bilhete para a mãe de Chapeuzinho avisando que a vovó não estava muito bem de saúde. (DIRIGIDA)
Confecção de um livrinho ilustrado pelos alunos.


Colocar as figuras na sequência correta


Quadrinhos
Numere as cenas na ordem certa
Natureza e Sociedade


1) Diga sim ou não nas características do lobo: (Oralmente)
feroz, mamífero, carnívoro, doméstico, quadrúpede, manso, herbívoro, corpo coberto de pêlos, selvagem, bípede.
2) O lobo é um animal quadrúpede, mamífero e tem o corpo coberto de pêlos. Escreva o nome de mais cinco animais que têm as mesmas características.
3) Qual é o tipo de alimentação dos lobos? (Oralmente)
4) De onde vem a água que os animais bebem? (Oralmente)
5) Entre os doces que Chapeuzinho levou para a vovó tinha um bolo de milho. O milho é matéria-prima que serve de alimento para o homem e animais. Ele pode ser transformado em vários produtos industrializados. Diga o nome de alguns. (Oralmente)
6) Diga o nome de alguns produtos industrializados para cada matéria-prima. (Oralmente)
Leite, carne, tomate, couro, cana-de-açúcar
7) Quais os cuidados que devemos ter com os animais? (Oralmente)
8) Você tem cachorro em casa? Quais os cuidados que você deve ter com ele? (Oralmente)
9) Como deve ser o local onde os animais vivem? (Oralmente)
10) Em que zona do município acontece a história do Chapeuzinho Vermelho? (Oralmente)
11) Em qual zona você mora? (Oralmente)
12) Qual zona do município é melhor morar? (Oralmente)
13) Quais os alimentos que utilizamos que vem do campo? (Oralmente)
14) Chapeuzinho Vermelho usou algum meio de transporte para visitar sua avó? (Oralmente)
15) Quando você vai visitar sua avó, qual o meio de transporte que você usa? (Oralmente)
16) Desenhe os meios de transporte que você conhece: Terrestre Aquático Aéreo
17) Em qual estação do ano você acha que aconteceu a história? Por quê? (Oralmente)
18) Você sabe quais são as estações do ano? (Desenhe-as).
19) Vamos recordar onde moramos: (Oralmente)
Planeta, Continente, país, região, estado, capital, município,

Ensino Religioso / Valores Humanos

• Você já desobedeceu a sua mãe alguma vez? Se você nunca desobedeceu, conte alguma história de alguém que já tenha desobedecido.
. Você obedece a sua avó / mãe? Como você trata seus avós / mãe?
. O que pode acontecer com quem desobedece pai, mãe ou os avós?
Você acha certo ser desobediente? Porque?


Artes

. Dramatização
. Modelagem com massa (dos doces da cesta, dos personagens, da floresta, etc.)
. Música
Interpretar e encenar a música da Chapeuzinho Vermelho

Música

PELA ESTRADA A FORA, EU VOU BEM SOZINHA
LEVAR ESSES DOCES PARA A VOVOZINHA
ELA MORA LONGE, O CAMINHO É DESERTO
E O LOBO MAU PASSEIA AQUI POR PERTO
MAS À TARDINHA, AO SOL POENTE
JUNTO À MAMÃEZINHA DORMIREI CONTENTE.


Movimento

Brincadeira: “O Lobo e a Chapeuzinho” (adaptação do Lobo e os cabritinhos)
As crianças em roda, uma no Centro que será a Chapeuzinho e outra fora que será o lobo. Todos cantam a música da chapeuzinho enquanto rodam. Ao parar a música o lobo pergunta onde a Chapeuzinho está indo, ela responde que vai a casa da vovó. O lobo grita que n ao vai não e tenta pegá-la. As crianças da roda devem impedir que o lobo pega a chapeuzinho dificultando sua entrada na roda e facilitando que a chapeuzinho saia. Se o lobo conseguir pegá-la ele escolha outra para ser a chapeuzinho, caso contrário é ele quem sai e da lugar a outro lobo / criança.

Circuito
O professor pode criar um circuito com vários obstáculos para as crianças transpor e dizer que os objetos são árvores, riachos , pedras encontradas na floresta.

Corrida da cestinha
Duas ou três filas com quantidades iguais de crianças. O professor prepara as cestas , que podem ser caixas de sapatos vazias e os doces que podem ser bolas de papel ou de tênis. Alguns metros à frente das filas o professor coloca os doces, um montinho para cada fileira. A cestinha é entregue para a primeira criança da fila. Ao sinal do professor o primeiro aluno pega a cesta, corre e pega apenas um “docinho”, em seguida volta para a fila e entrega a cesta para o próximo que deve fazer a mesma coisa. Se algum doce que já estiver na caixa cair o professor rapidamente deve colocar no montinho novamente. Ganha a fila que conseguir recolher todos os “docinhos” primeiro.

Matemática

Treino Matemático


1) A mãe de Chapeuzinho fez um bolo de milho para vovó. Ela usou 5 espigas de milho e outros ingredientes. Se ela fizesse dois bolos, quantas espigas usaria? (Desenhar as espigas de milho).
2) Chapeuzinho levou também brigadeiro. Para fazer brigadeiro precisa de uma lata de leite condensado. O preço da lata é R$ 2,00. Se ela fizesse o dobro de brigadeiro, quanto gastaria? (Representar o dinheiro através de cédulas ou moedas).
3) Se eu trouxesse 35 brigadeiros para distribuir entre os alunos, quantos brigadeiros cada aluno iria receber? (Desenhar o número de alunos e os doces. Depois ligar um ao outro).

Situação Problema
1) Chapeuzinho foi levar uma cesta com muitas guloseimas para a vovó. O que ela estava levando?
2) Desenhe o caminho que você acha que o Lobo fez até a casa da vovó.

Problema

1) Chapeuzinho levou 2 bolos de milhos, 3 cocadas, 5 pães de mel, 2 chocolates e 3 flores para alegrar a vovó. Quantos doces ela levou na cestinha?


Receitinhas para fazer com as crianças

Bombom de Leite Ninho

Ingredientes
-1 lata pequena de Nescau
-1 lata de leite ninho
-2 latas de leite condensado
-1 pacote de coco ralado

Modo de Fazer
Coloque em um refratário o leite ninho, o Nescau e 1 1/2 de leite condensado. Misture bem, até ficar bem
homogêneo. Reserve. Coloque em uma panela o resto do leite condensado e o coco, cozinhe até pegar o ponto de beijinho. Pegue a 1ª massa e faça bolinhas, aperte com o dedo no meio das mesmas e faça um buraco, coloque o beijinho do centro da bolinha.

Dicas: você pode colocar beijinho comprado no centro nos docinhos ou comê-los sem recheio. Conserve em um pote na geladeira, ou ficarão ressecados.

Bombom Fácil

Ingredientes
- 1/2 kg de coco ralado fresco
- 1 lata de leite condensado
- 250 g de ameixas pretas

Cobertura:
- 400 g de chocolate em pó
- 1/2 lata de leite condensado

Modo de Fazer
Misture muito bem o coco com o leite condensado, enrole formando bolinhas com um pedaço de ameixa preta dentro.
Cubra.
Misture bem os ingredientes da cobertura e cubra os bombons, leve para gelar.
Sirva bem gelado.

Pirulito de Bolacha

Ingredientes:
400gr de chocolate ao leite ou meio amargo
50 unidades de biscoitos Maria
1 lata de leite condensado
Chocolate granulado, para decorar
25 palitos de churrasco
25 sacos PP
Cozinhe a lata de leite condensado em pressão por 30 min. Depois de completamente fria, abra a lata e retire o doce.
Derreta o chocolate em banho Maria, faça a temperagem .
Coloque doce de leite em uma bolacha Maria, ajuste o palito de churrasco e cubra com outra bolacha, passa a espátula nas laterais da bolacha para ajustar o doce e ficar uniforme.
Banhe uma metade do biscoito no chocolate, deixe escorrer e coloque no papel alumínio. Leve à geladeira. Banhe a outra metade do biscoito e coloque sobre o papel alumínio, decore rapidamente com o chocolate granulado, deixe secar bem.
Não precisa voltar à geladeira, pois o biscoito já está gelado e vai secar o chocolate rapidamente.
Conserve em local arejado, pois o chocolate vai “suar”. Somente depois desse processo embale os pirulitos em sacos de celofane e amarre com fitilhos ou fitas de sua preferência.
Rendimento: 25 unidades
Tempo de preparo: 1hr